Sobre
Uma empresa construída em torno da curiosidade
A Intelio nasceu da convicção de que a tecnologia só cumpre o seu papel quando devolve alguma coisa a quem a usa. Tempo, clareza, sossego. Qualquer outra métrica é consolo.
A casa é pequena e deliberadamente assim. O trabalho é conduzido de perto por Jaison Niehues, que acompanha cada projeto do primeiro desenho até a operação do dia a dia. Essa proximidade não é um acidente de escala, é método.
Antes de Florianópolis houve São Paulo. Por dois anos, Jaison manteve a wnova, estúdio digital que atendeu marcas como Nike, Lacoste e CSN, além de produtoras, escritórios de arquitetura e publicações independentes. Boa parte do portfólio que você encontra aqui nasceu naquele período, e os projetos trazem o crédito.
A wnova ensinou o que nenhum curso ensina: que o briefing raramente descreve o problema, que prazo bom é o que sobrevive ao imprevisto e que trabalho bem diagramado se defende sozinho numa reunião. Essas lições atravessaram a mudança de cidade.
Hoje a Intelio é uma das frentes de uma trajetória mais larga. Além dela, o fundador se envolve em outras startups e iniciativas, em papéis que variam conforme o estágio de cada uma. Essa circulação não dispersa, alimenta: o que se aprende construindo produto em um lugar costuma resolver um problema em outro.
Há mais de uma década esse percurso acompanha o que se move na tecnologia. Vimos a web deixar de ser vitrine para virar plataforma, a nuvem deixar de ser promessa para virar infraestrutura e, agora, os modelos de linguagem mudarem aquilo que uma máquina é capaz de assumir. Avaliamos cada novidade por uma pergunta só: isso tira peso das costas de alguém? Quando a resposta é sim, construímos. Quando não é, dizemos.
Estamos em Florianópolis, sem sede física, atendendo clientes em todo o país. A distância nunca foi o problema. A atenção é que é rara.